A marca vira uma lista
O perfil da clínica anuncia oito especialidades e não diz nada sobre nenhuma. Quem procura um ortopedista não se reconhece num post que fala com todo mundo.
Policlínica tem um problema que a clínica de um médico só não tem: precisa vender várias soluções diferentes sem virar um cardápio confuso. É esse nó que a 7Tima desata.
Diagnóstico avaliado em R$ 2.000. Para a sua clínica, é presente.
Marketing para policlínica funciona quando existe uma narrativa única de marca e campanhas separadas por especialidade. A marca responde por que escolher esta clínica; cada campanha fala com quem procura aquele serviço específico, com página, anúncio e conteúdo próprios. Tudo com a origem rastreada por especialidade, porque sem isso não dá para saber onde o investimento está rendendo e onde está queimando.
Quatro problemas aparecem em praticamente toda policlínica que chega até a gente.
O perfil da clínica anuncia oito especialidades e não diz nada sobre nenhuma. Quem procura um ortopedista não se reconhece num post que fala com todo mundo.
Verba única, público único, criativo único. O custo por lead sobe, a qualidade cai e não dá para saber qual serviço puxou o resultado.
O lead chega na recepção sem dizer de onde veio nem o que procurava. O dono decide onde investir no mês seguinte no achismo.
Volume de lead de várias especialidades chegando no mesmo WhatsApp, sem roteiro por serviço. O marketing funciona e o paciente se perde mesmo assim.
O Método CLQ aplicado à policlínica muda a arquitetura, não o rigor.
Pesquisa profunda com a direção e com pacientes até chegar no que faz esta policlínica ser escolhida. É a narrativa que segura o guarda-chuva inteiro.
Nem toda especialidade entra ao mesmo tempo. A gente prioriza por margem, capacidade de agenda e potencial de demanda, e ataca em ondas.
Cada serviço prioritário ganha anúncio, página de qualificação e conteúdo próprios, dentro da mesma identidade da clínica.
O lead chega no CRM com especialidade, campanha e canal identificados. É o que permite dizer, com número, onde colocar mais verba no mês seguinte.
Policlínica não precisa falar mais alto. Precisa falar separado.
Diagnóstico de R$ 2.000, de presente pra sua clínica.Em policlínica essa linha é ainda mais importante, porque o volume de contatos é maior e a recepção é uma só.
Se o diagnóstico mostrar que o furo maior está do lado da clínica, a gente diz antes de vender qualquer campanha. Investir em tráfego para alimentar uma recepção que não dá conta é queimar dinheiro com método. É o mesmo problema descrito em sua clínica gera leads e perde pacientes.
De campanha sim, de marca não. A policlínica tem uma narrativa só, que é o motivo de existir a clínica, e campanhas separadas por especialidade, porque quem procura ortopedia e quem procura dermatologia não respondem ao mesmo anúncio nem ao mesmo conteúdo. Misturar tudo numa campanha só é o erro mais comum e o que mais encarece o lead.
Com origem rastreada desde o clique. Cada campanha, cada página de qualificação e cada formulário carrega a marcação da especialidade, e o lead chega no CRM com essa informação grudada. Sem isso a policlínica só enxerga um número total de leads, que não ajuda a decidir onde colocar mais verba.
Ajuda muito, mas não é obrigatório para todos. Em policlínica é comum ter médico que topa gravar e médico que não topa. O plano é montado com quem participa, e as especialidades dos que não gravam são trabalhadas com outros formatos, sempre dentro das regras do conselho.
É o gargalo clássico da policlínica e a gente aponta isso no diagnóstico. Volume de lead sem roteiro de atendimento por especialidade vira fila, demora e paciente perdido. A 7Tima entrega o lead qualificado e identificado; organizar a operação de atendimento é da clínica, e a gente diz com todas as letras quando esse é o furo maior que o marketing.
Serve, e normalmente o objetivo é justamente deslocar o mix na direção do particular. O trabalho separa o que é comunicação de convênio e o que é aquisição de paciente particular, para o segundo não ser sufocado pelo primeiro.
O diagnóstico analisa posicionamento, conteúdo, tráfego e operação da policlínica. Custa R$ 2.000 e a gente entrega de presente, com os achados priorizados.
Quero meu diagnóstico de presente